segunda-feira, 23 de novembro de 2009

+ Uma tarde de bazar = Sucesso

Ae!! Que sucesso!!
Já dou a boa notícia: Vêm mais por ai, e muito em breve. Em dezembro traremos a última "tarde de Bazar" desse ano.
Aquelas interessadas em receber o convite/divulgação por e-mail por favor, mande um e-mail para ana.alns@gmail.com
Aquelas que querem vender suas roupas no bazar mande email tambem para conversarmos sobre a possibilidade de acordo com a qualidade do que sera vendido. Lembrando que qualquer pessoa que tenha boas peças (de qualidade igual ou superior as apresentadas no bazar) pode participar do bazar, basta seguir as regras:
1)Por preço de bazar nas peças
2) Garantir qualidade das peças (nada rasgado, manchado, gasto, feio)
3) Combinar com as organizadoras a presença


Pode ser vendido qualquer artefato de beleza. Roupas, makeups, acessorios, bijous, cremes, etc.


Fica a matéria:








Donas de brechós virtuais promovem encontro para vender peças a preços mais em conta


Thaís Cieglinski
Publicação: 23/11/2009 08:34 Atualização: 23/11/2009 08:39

Organizadoras de bazares virtuais abriram um novo nicho de negócios na internet e vendem peças consideradas raras a preços populares - (Breno Fortes/CB/D.A Press )
Organizadoras de bazares virtuais abriram um novo nicho de negócios na internet e vendem peças consideradas raras a preços populares
Armani, Farm, Calvin Klein, Cori, Versace. Quem gosta ou entende um pouquinho de moda sabe que essas marcas são sinônimo de qualidade e de preço alto. Mas para um grupo de garotas reunidas na tarde de ontem em uma casa no Lago Sul, comprar um peça de grife nem sempre significa gastar muito. “Em 2007 olhei para o meu armário e vi que tinha muitas roupas novas, algumas sem uso, que não faziam mais o meu estilo. Depois de dar muitas delas, decidi montar um blog para vendê-las”, conta a estudante de psicologia Ana Siqueira, 22 anos, dona da casa onde foi realizado o uma tarde de bazar. O evento reuniu “donas” de lojas virtuais que vendem artigos usados de marcas conhecidas a preços bastante atraentes quando comparados aos valores cobrados nos shopping centers.

Calças jeans, bolsas, sapatos, vestidos, óculos escuros, colares, saias. A lista de opções, inclusive de numeração e estilo, era grande e pôde ser conferida das 14 às 20h. Uma das expositoras, a revisora Maíra Mendes Galvão, 28 anos, esperava fechar bons negócios, mas fez questão de explicar que sua grande motivação, desde que lançou seu blog-brechó na internet, é reciclar o guarda-roupa sem gastar muito. Segundo ela, para conquistar a confiança das compradoras é fundamental seguir uma espécie de código de ética dos brechós virtuais. “Não vendo peça com defeito e, caso a pessoa não goste do que comprou, aceito devolução”, garante, destacando que pequenas avarias — como uma barra descosturada ou a falta de um botão — nem sempre impedem a venda, mas são todas devidamente fotografadas e detalhadas na página.

Idealizadora do Valentina Bazar, a jornalista e publicitária Patrícia de Paula Gomes, 26 anos, começou a vender blusas, calças e bolsas que não usava mais em 2007 e hoje também expõe no site acessórios e peças de amigas e conhecidas. Por dia, a página recebe cerca de 300 visitantes e garante a ela uma renda extra. Preocupada em manter a imagem de boa vendedora, ela utiliza alguns critérios para selecionar o que pode ou não ser vendido. “Quando recebo uma peça, uso meu próprio filtro, se é algo que não usaria por conta de um defeito, não vendo”, exemplifica.

Raridades

Algumas peças despertam euforia entre as compradoras usuais das lojas virtuais. Ana Siqueira, que comanda o Bazar Donana - Hi for Low, lembra de um vestido Channel que provocou uma grande disputa entre cinco interessadas. A peça de estilo vintage foi vendida por míseros R$ 100, praticamente de graça se considerado o valor pelo qual foi adquirida, nada menos que US$ 5 mil. “Como as pessoas não podem pegar e experimentar a roupa, precisamos investir nas marcas”, destaca Maíra, responsável pelo Avis Rara. O blog, focado em peças mais luxuosas, promove a “venda de preciosidades novas ou de segunda mão” e possui, entre os artigos disponíveis, uma bolsa Versace e um vestido do estilista Carlos Miele, proprietário da M.Officer e de uma marca que leva seu nome e encanta celebridades norte-americanas, como a atriz Eva Langoria, do seriado Desperate housewives.

As meninas também estabelecem regras rígidas para determinar a quem vender um artigo muito concorrido. “Considero sempre a ordem cronológica dos e-mails enviados pelos interessados, depois dou um prazo de dois dias para que seja efetuado o depósito. Caso a pessoa não efetue a compra, passo para o nome seguinte”, explica Patrícia. Quem compra pela intenet, além do valor da peça precisa arcar com as despesas do envio. A exceção fica por conta dos artigos vendidos para consumidores do Distrito Federal, que podem retirá-las pessoalmente. A maior parte das vendas, no entanto, é feita para fora do DF. “Cerca de 70% das minhas mercadorias saem para outros estados”, confirma Ana Siqueira. A colega Gabriella Buzzi, estudante do curso de biologia na Universidade de Brasília, confirma a tendência e garante que a brincadeira pode ser bastante lucrativa. “Já paguei algumas viagens para participar de congressos com o dinheiro do brechó”, conta a jovem, responsável pelo Use e Abuse.

Boas compras


Conheça os principais brechós virtuais do Distrito Federal
Avis rara - http://avisrarabazar.wordpress.com/
Bazar Donana - Hi for Low - http://bazar-donana.blogspot.com/
Use e Abuse - http://gabriellabuzzi.blogspot.com/
Valentina Bazar - http://valentinabazar.blogspot.com/


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